Diversas organizações políticas do Brasil emitiram nota em solidariedade a Zé Maria, presidente nacional do PSTU, diante da condenação de prisão, pela Justiça Federal de São Paulo, por denunciar o genocídio na Palestina.
Trata-se de uma condenação infundada e injusta que atinge todos aqueles e aquelas que se opõem ao genocídio perpetrado pela Estado sionista de Israel, que já vitimou mais de 67 mil pessoas em Gaza, a maioria mulheres e crianças.
O processo foi movido por entidades sionistas, como a Conib (Confederação Israelita do Brasil) e a Fisesp (Federação Israelita do Estado de São Paulo), que buscam, por meio de uma campanha de perseguição e assédio judicial contra jornalistas e figuras públicas, calar aqueles que denunciam o extermínio da população palestina.
Unidade Popular (UP)
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR)
Partido Operário Revolucionário (POR)
PSOL - Diretório do Rio de Janeiro
Articulação de Esquerda (AE) - Corrente interna do PT
Em meio aos crimes de Israel e dos Estados Unidos contra o Líbano, o Irã e contra a Palestina – onde já foram assassinados mais de 70 mil seres humanos, o que equivale a mais de 4% da população da região, existindo mais de 320 mil crianças em desnutrição crônica – recebemos a indignante notícia de que Zé Maria, cidadão brasileiro, ex-candidato à presidência da República e dirigente do PSTU, partido político legalizado e em funcionamento, foi condenado por um inexistente crime de racismo, na verdade em virtude do que ele disse contra os sionistas durante uma manifestação ocorrida na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo (SP).
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Vale lembrar que a defesa do Estado palestino e o repúdio ao genocídio estão em consonância com as manifestações da diplomacia brasileira.
Portanto, repudiamos veementemente a sentença condenatória e manifestamos nossa solidariedade ao companheiro Zé Maria. Sua posição sobre Israel pode ser criticada e debatida, jamais criminalizada.
Leia a nota na íntegra aqui.
Movimento Esquerda Socialista (MES) - Corrente interna do PSOL
A 4ª Vara Criminal da Justiça Federal condenou, nesta terça-feira (28), o companheiro Zé Maria, presidente do PSTU, a dois anos de prisão pelo suposto crime de “racismo” por um discurso em que o dirigente denunciou o genocídio operado pelo estado sionista contra o povo palestino.
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Nós, do Movimento Esquerda Socialista (MES-PSOL), nos solidarizamos com Zé Maria e os camaradas do PSTU contra mais esse ataque. Toda unidade contra o sionismo e os crimes do estado sionista! Palestina Livre do Rio ao Mar!
Leia a nota na íntegra aqui.
Semear - Corrente interna do PSOL
A corrente interna Semear PSOL, manifesta sua mais firme solidariedade ao companheiro José Maria de Almeida diante da condenação imposta pela Justiça da 4ª Vara Criminal Federal, no dia 28/4.
Trata-se de uma decisão injusta e absurda, que atinge não apenas um histórico militante da classe trabalhadora, mas também o direito democrático à livre expressão e à crítica política. Nenhuma pessoa deve ser criminalizada por denunciar violações de direitos humanos e crimes cometidos por Estados autoritários, colonialistas e genocidas, como o de Israel.
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Revolução Socialista (RS) - Corrente interna do PSOL
Alternativa Comunista - Corrente interna do PSOL
Corrente Socialista de Trabalhadoras e Trabalhadores (CST)
Repudiamos a perseguição sionista contra o companheiro Zé Maria. É necessário se manifestar fortemente para revogar essa condenação e impedir que o companheiro amargue 2 anos de prisão. Seria um precedente terrível para todas e todos os defensores da causa palestina e dos direitos humanos.
Zé Maria é um dirigente histórico da classe operária e da esquerda socialista latino-americana. Lutador contra a ditadura militar, amargando prisões e torturas junto a camaradas da Liga Operária e da CS. Foi proponente da resolução de fundação do PT no congresso metalúrgico de Lins, fundador da CUT e sempre defendeu o povo palestino. Merece um amplo apoio de todos os partidos, movimentos e entidades da classe trabalhadora, populares e organizações democráticas de nosso país e da América Latina.
A CST defendemos a realização de uma campanha unificada, nacional e internacional, com pronunciamento e manifestações de repúdio a condenação e de solidariedade ao camarada Zé Maria.
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Movimento Revolucionário de Trabalhadores (MRT)
A absurda decisão da Justiça Federal que condenou Zé Maria do PSTU a dois anos de prisão em regime aberto é um grave ataque às liberdades democráticas e escancara o avanço da tentativa de criminalizar a solidariedade ao povo palestino no Brasil.
Em um ato de se colocar ombro a ombro do povo palestino, Zé Maria expressou apoio à resistência palestina e à luta por uma Palestina livre do rio ao mar, uma posição histórica de amplos setores que se colocam contra a ocupação e o apartheid.
Repudiamos essa decisão e nos solidarizamos com Zé Maria e com o PSTU diante dessa perseguição judicial. Trata-se de mais uma expressão da ofensiva impulsionada por entidades alinhadas ao Estado de Israel, que buscam confundir antissionismo com antissemitismo para silenciar quem denuncia os crimes do sionismo, a ocupação, o apartheid, os bombardeios, os bloqueios e a limpeza étnica contra os povos palestino e libanês.
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Movimento de Socialistas Independentes (MSI)
Corrente Socialismo ou Bárbarie (SoB)
Recebemos com indignação a decisão ultrarreacionária da Justiça que condena José Maria Almeida, presidente do PSTU, a 2 anos de prisão em regime aberto por um discurso feito em defesa do povo palestino. Trata-se de uma medida arbitrária, injusta e ilegítima, que ataca diretamente a liberdade de expressão e o direito de denúncia política.
Essa condenação não é apenas um caso isolado. Faz parte de uma ofensiva mais ampla para tentar intimidar e silenciar todos aqueles e aquelas que denunciam os crimes cometidos pelo Estado de Israel contra o povo palestino. Já outros ativistas foram intimidados.
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Internacional Comunista Revolucionária (ICR)
Como já dissemos em outras oportunidades, antissionismo não é antissemitismo! Ainda está em curso o combate contra o PL 1.424/2026, apresentado pela deputada Tabata Amaral, que visa criminalizar o movimento de solidariedade ao povo palestino.
Hoje atacam o companheiro Zé Maria; muitos camaradas de luta já foram acossados pelo Estado e venceram a batalha legal, como Milton Temer e outros. O Bar Partisan, no Rio de Janeiro, está sob ameaça de encerramento de suas atividades pelo mesmo motivo.
Um ataque a um é um ataque a todos. Todos os defensores das liberdades democráticas devem se somar à luta contra esta tentativa de intimidação.
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Voz Operária Socialista (VOS)
Organização Comunista Internacional (OCI)
Organização Socialista Libertária (OSL)
Grupo Operário Internacionalista (GOI)
Manifestamos nossa solidariedade ao camarada José Maria de Almeida, presidente nacional do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), seção brasileira da LIT – Liga Internacional dos Trabalhadores, diante da agressão imperialista-sionista orquestrada pelo poder Judiciário.
José Maria foi condenado, em primeira instância, a uma pena de 2 anos, sob a falsa acusação de racismo, em um processo movido pela entidade sionista CONIB (Confederação Israelita do Brasil), que o acusa de antissemitismo, tomando como base um discurso em que denuncia os crimes de Israel contra o povo palestino na Faixa de Gaza, que já levaram ao assassinato de mais de 80 mil palestinas e palestinos, à mutilação de mais de 170 mil e à destruição da infraestrutura do país.
Leia a nota na íntegra aqui.