Imprensa operária internacional noticia a condenção de Zé Maria, presidente nacional do PSTU, por denunciar o genocídio na Palestina.
Trata-se de uma condenação infundada e injusta que atinge todos aqueles e aquelas que se opõem ao genocídio perpetrado pela Estado sionista de Israel, que já vitimou mais de 67 mil pessoas em Gaza, a maioria mulheres e crianças.
O processo foi movido por entidades sionistas, como a Conib (Confederação Israelita do Brasil) e a Fisesp (Federação Israelita do Estado de São Paulo), que buscam, por meio de uma campanha de perseguição e assédio judicial contra jornalistas e figuras públicas, calar aqueles que denunciam o extermínio da população palestina.
Viento Sur — Estado Espanhol
A condenação de José Maria de Almeida, veterano dirigente do PSTU e da CSP-Conlutas, marca uma nova fase na criminalização do internacionalismo operário e da solidariedade à Palestina, utilizando o combate ao antissemitismo como instrumento jurídico.
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Labor for Palestine National Network (Rede Nacional de Trabalhadores pela Palestina) — Estados Unidos
Exigimos a retirada imediata de todas as acusações contra o líder sindical brasileiro Zé Maria e rejeitamos a instrumentalização do antissemitismo para silenciar a solidariedade à Palestina.
A Rede Nacional de Trabalhadores pela Palestina emite esta declaração em total solidariedade a José Maria de Almeida — conhecido como Zé Maria — metalúrgico de longa data, sindicalista, presidente nacional do Partido Socialista Operário Unificado (PSTU) do Brasil e veterano da luta daquele país contra a ditadura e pelos direitos dos trabalhadores.
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Red Sindical Internacional de Solidaridad y Luchas (Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas) — Labour Solidarity (Solidariedade dos Trabalhadores)
Já está em andamento uma petição nacional pela absolvição de Zé Maria, ex-coordenador nacional da CSP-Conlutas e presidente do PSTU.
A iniciativa surge em resposta à absurda condenação de dois anos de prisão imposta ao dirigente pela Justiça Federal de São Paulo, em razão de um discurso proferido em 2023 em defesa do povo palestino e de denúncia do genocídio praticado pelo Estado de Israel.
Trata-se de uma sentença sem fundamento legal, fruto da forte pressão do lobby sionista, que busca transformar a solidariedade internacionalista e a denúncia de crimes contra um povo em motivo de perseguição política. Trata-se de uma tática que pretende confundir "antissemitismo" (ódio ao povo judeu) com "antissionismo" (denúncia do regime racista e genocida israelense).
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Links International Journal of Socialist Renewal (Links – Revista Internacional de Renovação Socialista) — Austrália
A condenação do sindicalista e líder político brasileiro José Maria de Almeida não é simplesmente um caso de excesso judicial ou uma disputa sobre os limites da liberdade de expressão política. Ela marca uma nova fase no uso da lei antissemita como arma contra correntes militantes do movimento operário — particularmente aquelas que vinculam a luta da classe trabalhadora à solidariedade internacional com a Palestina.
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CounterPunch — Estados Unidos
Em 28 de abril, um tribunal federal de São Paulo condenou de Almeida — conhecido como Zé Maria, presidente nacional do Partido Socialista Operário Unificado (PSTU) — a dois anos de prisão por racismo. A acusação decorreu de um discurso proferido em outubro de 2023 em um ato de solidariedade aos palestinos, no qual ele denunciou o Estado de Israel e invocou o lema “Palestina Livre, do rio ao mar”. A denúncia, apresentada pela Confederação Israelita do Brasil (CONIB) e pela Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP), argumentou que tais declarações constituíam antissemitismo. O tribunal concordou.
Zé Maria não é uma figura marginal. Ele é um veterano das lutas trabalhistas brasileiras. Metalúrgico, foi preso pela primeira vez em 1977 por distribuir panfletos do Dia do Trabalho durante a ditadura militar brasileira e novamente em 1980, durante as históricas greves da região do ABC, ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva. Ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores (PT) e, posteriormente, rompeu com ele devido à sua acomodação com alianças da classe dominante, passando a construir o PSTU e a confederação sindical CSP-Conlutas. Ele representa uma corrente de sindicalismo independente e combativo que se opõe consistentemente tanto à reestruturação neoliberal quanto à subordinação política do trabalho a projetos eleitorais.
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Mondoweiss — Estados Unidos
Em 28 de abril de 2026, um juiz federal de São Paulo condenou José Maria de Almeida — conhecido como Zé Maria — a dois anos de prisão em regime semiaberto. Seu delito foi um discurso. O metalúrgico de 69 anos e ativista sindical de longa data havia denunciado o genocídio israelense em Gaza e usado o slogan “Palestina Livre, do rio ao mar”. A ação judicial foi movida pela CONIB, a Confederação Israelense do Brasil.
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Kaosenlared — Estado Espanhol
A condenação de Zé Maria não é um fato isolado nem um desvio judicial. Ela faz parte de uma ofensiva global para criminalizar qualquer forma de solidariedade ativa ao povo palestino. Uma das expressões mais brutais dessa ofensiva tem sido a repressão contra a Flotilha da Liberdade, uma iniciativa internacional impulsionada por movimentos sociais, sindicatos e organizações de direitos humanos para romper o bloqueio criminoso imposto a Gaza e levar ajuda humanitária por via marítima.
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Resumen Latinoamericano — Argentina
A Quarta Turma Penal Federal condenou o dirigente do PSTU, Zé Maria, a dois anos de prisão por "racismo". A decisão foi tomada em razão de um discurso proferido por Zé Maria em defesa do povo palestino, no qual denunciou o genocídio e o regime colonial imposto pelo Estado de Israel à Palestina ocupada.
Diante de uma decisão desprovida de fundamento jurídico, recorreremos ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). No entanto, é arriscado esperar que a Justiça corrija esse absurdo, sobretudo porque o poderoso lobby sionista vem impulsionando a criminalização daqueles que se colocam em resistência.
Por isso, é fundamental intensificar a pressão contra essa medida arbitrária.
O ataque contra Zé Maria é um ataque contra todos aqueles que lutam em defesa da Palestina.
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